Situada no sudoeste de França, tem o importante porto na margem sul do rio Garona, mas são as suas vinhas que a colocaram na rota do turismo mundial. Património Mundial da UNESCO desde 2007, há muito que os seus mais de 350 edifícios identificados como monumentos históricos a tinham tornado num destino obrigatório em França.

Ideal para um fim de semana romântico, há voos diretos para Bordéus a partir dos principais aeroportos nacionais e atrativas promoções para viajar até esta cidade francesa tradicional e charmosa.

Siga as nossas sugestões imperdíveis e desfrute do romantismo que irá encontrar. De carro, transportes ou bicicleta explore o que de melhor a região tem para oferecer.

ROTA DOS VINHOS

Para os amadores ou para os verdadeiros amantes da bebida de Baco, o difícil será escolher uma entre as seis magnificas rotas de vinho disponíveis. Conhecida como a pérola francesa da produção de vinho, a oferta de vinhas varia entre Médoc, Sauternes e Graves, Saint-Emilion, Blaye e Bourg, Bourdeaux e Entre-deux-Mers. Pode optar por um circuito de meio-dia com uma visita a dois châteaux e iniciação à degustação ou um circuito de dia temático, como o “um dia gastronómico em Margaux”, “Bordéus & Saint-Emilion grandes vinhas da UNESCO”. Para os aficionados, existem os circuitos mais completos que permitem descobrir três vinhas diferentes ou as “vinhas classificadas, como o “Médoc 1855”.

Rota dos vinhos

PLACE DE LA BOURSE

Construída no século XVIII, foi durante séculos um importante centro de comércio, sendo atualmente um dos cartões de visita da região. Na origem esteve separada do rio por grades, retiradas durante a revolução. A Fonte das Três Graças, no centro, substitui  em 1869 uma estátua de Napoleão, que por sua vez já tinha substituído a estátua do Rei Louis XV (qual rei?).  Em frente à praça, aproveite ainda para conhecer o magnífico Le Miroir d’eau, que mistura efeitos de espelho e neblina, originando sempre espantosas fotografias.

Place de la Bourse

FLÈCHE SAINT-MICHEL

Conhecida como La Flèche, a torre do sino Saint-Michel, tem uns impressionantes 114 metros de altura. Construída no século XVIII, o facto desta torre se situar ao lado da igreja, ao invés de no seu topo, torna-a invulgar. Até aos anos 90 exibiu ao público um conjunto de múmias encontradas num cemitério próximo, o que levou grandes nomes da literatura como Victor Hugo e Gustave Flaubert a visitá-la.

Flèche Saint-Michel

BAIRRO DE SAINT PIERRE

Constituído por charmosas ruelas, a sua história remonta à queda da Burdigala romana que obrigou os habitantes a refugiarem-se num castro que lhe deu origem. No século XVI acolheu várias famílias burguesas, mas foi durante o século XVIII que sofreu a maior transformação arquitetónica. É aqui que se situa a Porte Cailhau, construída em 1494 e que permite uma esplêndida vista para a ponte de pedra, a mais antiga da cidade. Uma exposição mostra aos visitantes as ferramentas e os materiais utilizados para construir a cidade.

Bairro de Saint Pierre

JARDIM PÚBLICO

Os 11 hectares de espaço verde, tornam o principal jardim da cidade o local ideal para uma caminhada tranquila. Frequentado por todas as pessoas, de todas as idades, tanto poderá cruzar-se com alguém a fazer jogging ou uma família a passear com os filhos. Construído em 1746, tem ainda no seu interior o teatro de marionetas Guignol Guérin, um antigo jardim botânico e casas senhoriais, uma das quais acolhe o Museu de História Natural.

Jardim Público

LA CITÉ DU VIN

Uma homenagem ao vinho  que nos permite uma viagem pelo mundo em diferentes épocas. A estrutura do edifício por si só já impunha uma visita, ou não fossem 13 350 m² repartidos por dez andares, cuja forma cilíndrica nos proporciona uma sensação contínua de movimento. No entanto, é o interior que também conquista. Além das exposições permanentes e temporárias, o miradouro a 35 metros de altura permite uma fantástica vista sobre a cidade, enquanto degusta um dos muitos vinhos disponíveis.

La Cité du Vin

MUSEU DAS BELAS ARTES

Construído em 1881, é uma porta de entrada para a admirável pintura europeia, dividida em duas alas: a sul, dedicada às coleções do século XVI e XVIII e a ala norte, dedicada aos séculos XIX e XX. O deslumbramento irá chegar quando avistar as obras de artistas como Picasso, Renoir, Brueghel de Velours, Chardin, Corot, Pierre de Cortone, Delacroix, Van Dyck, Van Goyen, Le Pérugin ou Matisse, entre outros.

Museu das Belas Artes