Será que estamos sozinhos no universo? Metade de nós acredita que não.

08-12-2017 23:14

Praticamente metade dos seres humanos acredita em vida alienígena e gostaria de entrar em contacto com eles. Pelo menos, de acordo com um inquérito levado a cabo em 24 países, que, dizem os investigadores, ajuda a explicar a popularidade da saga "Guerra das Estrelas".

 

A poucos dias da estreia mundial de "Os Últimos Jedi", uma equipa de investigadores publicou um estudo que demonstra que 47% dos mais de 26 mil inquiridos acredita na "existência de civilizações alienígenas inteligentes".

Mais: 61% respondeu afirmativamente quando questionados se acreditam em "alguma forma de vida noutros planetas". Escreve a Reuters, que, no entanto, aproximadamente um quarto não acredita que exista uma forma inteligente de vida noutro planeta que não a Terra. Contudo, dentro do grupo daqueles que não acreditam que estamos sozinhos no universo, 60% afirma que devíamos procurar estabelecer contacto com civilizações alienígenas.

Esta não é a primeira vez que um questionário dita tal resultado acerca da curiosidade humana em seres extraterrestres. Levantamentos previamente realizados na Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos chegaram a números semelhantes, mas os investigadores da Glocalities acreditam que os resultados por si obtidos são mais rigorosos, visto que a sua amostra é a maior e tem um alcance à escola global.

"A elevada percentagem [registada] sobre a existência de civilizações alienígenas inteligentes e o perfil distinto destas pessoas explica a imensa popularidade dos filmes acerca do espaço como a "Guerra das Estrelas", explicou o investigador responsável, Martjn Lampert. "As pessoas que acreditam na existência de civilizações alienígenas inteligentes não são uma minoria marginal", disse.

O país com maior percentagem de crentes em vida inteligente extraterrestre encontra-se na Rússia, com 68%. Depois, a concluir o pódio, estão os inquiridos provenientes do México e da China. Do outro lado da balança, os holandeses revelaram-se como o povo que menos acredita nesta possibilidade, sendo que apenas 28% respondeu afirmativamente.

As entrevistas foram conduzidas em 15 línguas diferentes entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016 e visaram um número de países que representam 62% da populacional mundial e 80% da economia global.

 

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